"Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito" (Romanos 12:2)
1) Não teremos mais dia fixo para as reuniões da ABRACEH no Rio, SP, DF e outros Estados. Estaremos realizando a prevenção primária e secundária, e não mais a terciária. Também não divulgaremos os locais das nossas reuniões que serão feitas em igrejas e instituições parceiras que nos convidarem. Os interessados em acompanhar onde estaremos deverão escrever para info@abraceh.org.br Só divulgaremos os endereços para os apoiadores formais da ABRACEH, os que preencheram a ficha de adesão à ABRACEH.
2) Outras Notícias: Uma Miss não pode expressar o seu pensamento. Mordaça gay nela! Miss California deposta por ser contra o casamento gay processa organização do evento:
http://noticias.gospelmais.com.br/miss-california-deposta-por-ser-contra-o-casamento-gay-processa-organizacao-do-evento.html
3) Igrejas, precisamos, com urgência, preparar membros para participarem das comissões de Direitos HUMANOS, CRIANÇA E ADOLESCENTE, EDUCAÇÃO, SAÚDE E OUTRAS, nos Conselhos Municipais, Estaduais e Federais. Igrejas que trabalham com crianças podem se inscrever nos Conselhos de Direitos das Crianças e Adolescentes, opinar e influenciar as políticas públicas. Precisamos estar também na área da educação para que literaturas que favorecem o abuso sexual e outros valores contrários os princípios cristãos não alcancem as nossas crianças. Na última notícia veremos que há políticas na ONU para que a educação das crianças não seja mais feita segundo os valores da família, mas do ESTADO. Nos dias 10, 11 e 12 de setembro, no município de Caxias-RJ estarão se reunindo na UNIGRANRIO várias instituições que tratarão de políticas públicas na área da educação – muitas anti-cristãs. Precisamos ir lá e não deixarmos passar o que não concordamos. Informações no site: http://www.comuneduc.info/ NÃO PEQUE POR OMISSÃO!
4) Não podemos ficar nos queixando dos políticos e das políticas públicas que são injustas se não estamos fazendo a nossa parte. Poucos são os políticos que nos alertam quanto a isso. O Deputado Henrique Afonso-PT-AC será julgado no próximo dia 17 por fazer campanha em todo o Brasil contra a legalização da interrupção da gravidez. O Dep Henrique Afonso também é contra o infanticídio, PLs da homofobia, pornografia, abuso sexual. Ele foi o idealizador das JORNADAS EM DEFESA DA VIDA E DA FAMÍLIA. Por esta razão, o PT o estará julgando e há uma pressão das feministas e ativistas gays para que seja expulso do partido. Vejam o ponto que chegamos – nem mesmo um parlamentar pode se pronunciar em prol da vida humana, família e princípios cristãos! Precisávamos estar na porta do PT no dia 17. Espero que quem reside no DF e que está mais perto possa se pronunciar. Escreva ao menos uma mensagem para o Deputado, pois pode ser que esta possa ser juntada ao processo dele ajudando-o em sua defesa. Seu endereço eletrônico: dep.henriqueafonso@camara.gov.br
5) Na última notícia que enviamos sobre as vacinas e medicamentos, embora possa parecer para muitos confusa, fantasiosa, sem fundamentação, ou que aponta para a “teoria da conspiração” que muitos sabem que existe, mas não se tem como provar exatamente, preferimos ficar com o ditado popular: “Onde vemos fumaça há fogo”. Sabemos que há muitos interesses escusos e até que ponto podemos confiar na ONU e nos laboratórios farmacêuticos? Esteja atento a sua saúde! O corpo é templo do Espírito Santo de Deus. Alimente-se bem, durma bem e siga as orientações de médicos de sua confiança! Veja mais adiante o que a ONU e suas agências querem fazer com as nossas crianças e adolescentes.
6) Antes, leia a “Carta de Brasília” em anexo, e o grupo que a formatou. O intento é mudar o Estatuto da Criança e do Adolescente para que as crianças tenham “livre expressão da orientação sexual, sem discriminação”. Abaixo, mais notícias. A ONU e as “questões “reprodutivas” e questões de “gênero”” – em outras palavras – educação pró-aborto e pró-homossexualismo.
Relatório da UNESCO/FNUAP pede educação sexual explícita para todas as crianças do mundo acima de cinco anos de idade. (por Hilary White)
NOVA IORQUE, EUA, 26 de agosto de 2009 (Notícias Pró-Família) — Uma agência da ONU divulgou um relatório para que todas as crianças de todos os países sejam ensinadas acerca de sexo, questões “reprodutivas” e questões de “gênero”. A Organização Econômica, Social e Cultural da ONU (OESCONU) publicou um relatório intitulado “Normas Internacionais sobre Educação Sexual”, que afirma que as leis internacionais exigem que os países “forneçam educação sexual nas escolas do ensino fundamental e secundário”. O relatório diz que as crianças têm de receber informações explícitas sobre sexo desde a idade de cinco como “direito”.
A “educação sexual”, diz o relatório, “é parte do dever… das autoridades e instituições de educação e saúde”.
O relatório se queixa de que o conhecimento que as crianças têm sobre sexo sofre obstrução “por vergonha, silêncio e desaprovação de debate aberto de assuntos sexuais por parte dos adultos”.
No que pode ser um golpe contra o muito bem-sucedido programa de prevenção à AIDS de Uganda que focaliza na abstinência e fidelidade no casamento, o relatório da UNESCO comenta a “experiência de Uganda” que “revela que os jovens que estão vivendo com HIV muitas vezes sofrem discriminação por parte dos serviços de saúde sexual e reprodutiva e são ativamente desencorajados de se tornarem sexualmente ativos”.
Como com as reivindicações mais “progressistas” que pedem informações sexuais explícitas para crianças, a desculpa é impedir doenças sexualmente transmissíveis e gravidez não intencional. Isso apesar de crescentes evidências reais de que tal “educação” aumenta esses e outros males sociais.
“Poucos jovens recebem preparo adequado para suas vidas sexuais. Isso os deixa potencialmente vulneráveis à coerção, abuso e exploração, gravidez não intencional e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), inclusive o HIV”, diz o relatório.
“Portanto, é essencial reconhecer a necessidade e o direito de todos os jovens à educação sexual”.
O relatório foi divulgado em junho em conjunto com o Fundo de População das Nações Unidas (FNUAP), uma organização que trabalha para promover o acesso universal à “assistência de saúde reprodutiva”. A UNESCO tem há muito apoiado os projetos de controle populacional das ONU, inclusive aborto, em suas atividades em outros países. No relatório, também constam consultores que são “especialistas reconhecidos” no UNICEF e na Organização Mundial de Saúde, ambos dos quais investem muito no aborto e contraceptivos como parte do projeto de controle populacional internacional.
Incluídas no que o relatório chama de “abordagem com base em direitos” estão questões como “direitos sexuais e reprodutivos”, o papel das mulheres dentro das famílias, o “direito e acesso ao aborto seguro”.
Apesar de insistir que os pais sejam incluídos na consulta sobre a idade apropriada para as crianças receberem programas de educação sexual, o relatório repetidamente afirma que os professores e os programas aprovados pelo governo são os mais responsáveis pelo bem-estar das crianças.
“Num contexto em que a ignorância e a desinformação podem ser ameaçadoras, a educação sexual é parte do dever das autoridades e instituições de darem educação e saúde.
“Os professores nas salas de aula têm a responsabilidade de agir no lugar dos pais, contribuindo para garantir a proteção e bem-estar de crianças e jovens”.
7) A notícia original, em inglês, encontra-se aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/aug/09082606.html
E aqui o link para o arquivo em pdf do Relatório da UNESCO: unesdoc.unesco.org/images/0018/001832/183281e.pdf
PRECISAMOS FORTALECER AS FAMÍLIAS E NÃO PERMITIRMOS QUE O ESTADO TUTELE AS NOSSAS CRIANÇAS E AS EDUQUE SEGUNDO VALORES ANTI-CRISTÃOS.
AS INSTITUIÇÕES QUE TRABALHAM COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES PRECISAM SE POSICIONAR.
Atenção: Recebemos milhares de e-mails e estaremos respondendo a todos. Pedimos paciência.
"Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito" (Romanos 12:2)
CARTA DE BRASÍLIA e seus idealizadores:
CARTA DE BRASÍLIA
Os Centros de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (filiados a ANCED), as organizações de defesa de direitos de crianças e adolescentes e organizações do Movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - LGBT que estiveram reunidos na oficina Direitos Humanos e Diversidade Sexual do Adolescente, realizada em Brasília nos dias 06 e 07 de maio de 2009, com o propósito de debater e apontar diretrizes para a promoção, defesa e garantia dos Direitos Sexuais como Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes declaram que:
A plena afirmação de crianças e adolescentes como sujeitos de direitos passa pelo reconhecimento do exercício da sexualidade como um direito fundamental desses sujeitos. Para a afirmação dos direitos sexuais é fundamental garantir informação, livre expressão, bem como respeitar a autonomia e responsabilidade das crianças e adolescentes no desenvolvimento e exercício de sua sexualidade, livres de qualquer forma de preconceito, humilhação, omissão ou violência.
Os setores comprometidos com a garantia dos direitos sexuais de crianças e adolescentes precisam ter como princípios de sua atuação: a necessária afirmação de um Estado laico e o enfrentamento aos fundamentalismos religiosos; rompimento com posturas que reproduzam hierarquias de gênero; garantia do direito de crianças e adolescentes à livre expressão de sua orientação sexual e identidade de gênero, respeitando sua condição de pessoas em desenvolvimento.
Para a efetivação dos direitos sexuais de crianças e adolescentes é necessário o desenvolvimento de projetos, programas e políticas públicas intersetoriais comprometidos com:
§ A efetiva participação de crianças e adolescentes na construção de propostas político-pedagógicas de promoção, defesa e garantia de seus direitos sexuais;
§ Garantia do acesso à informação sobre sexualidade, ligada à educação em direitos humanos, numa perspectiva emancipatória e inclusiva;
§ Afirmação da garantia dos direitos sexuais de crianças e adolescentes, como ação efetiva no enfrentamento ao abuso e exploração sexual;
§ Reconhecimento e afirmação da diversidade sexual;
§ Afirmação de toda forma de violência, discriminação, preconceito, humilhação, constrangimento por orientação sexual e identidade de gênero como violação dos direitos humanos de crianças e adolescentes.
Cientes da necessária mudança de concepções e práticas para a afirmação dos direitos sexuais como direitos humanos de crianças e adolescentes, entendemos ser de fundamental importância promover espaços de formação e debate que envolvam o conjunto de atores do Sistema de Garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes, bem como ativistas dos movimentos feminista e LGBT; e inclusão do tema dos direitos sexuais de crianças e adolescentes em Conferências e Fóruns do movimento de garantia dos direitos de crianças e adolescentes.
Brasília, 07 de maio de 2009.
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Os organizadores:
PROGRAMAÇÃO “DIREITOS HUMANOS E DIVERSIDADE SEXUAL DOS ADOLESCENTES DO DISTRITO FEDERAL”
Encontro Nacional – Oficina de Discussão e Qualificação em Direitos Humanos e Diversidade Sexual do Adolescente para Representantes do Movimento da Criança e Adolescente, Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDECA`s) e Movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros (LGBT`s)
DATA DO EVENTO: 6 A 8 DE MAIO DE 2009
LOCAL: HOTEL NACIONAL – SETOR HOTELEIRO SUL - BRASÍLIA-DF
QUARTA-FEIRA – 06 de maio:
13h30 – Credenciamento
14h - Mesa de Abertura: Direitos Humanos e Diversidade Sexual do Adolescente
Participantes:
Márcio Sanches – Coordenação Colegiada - Centro de Defesa do Direito da Criança e do Adolescente – Cedeca DF
Liliana Lemus – Diretora Geral da Associação Fomento Social Planejamento e Gestão de Projetos;
Leila Paiva - Coordenadora do Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR), Cedeca DF
Tony Reis - Presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT),
Coordenação - ANCED
Coordenação – CONANDA
Jimena Grignani - Secretária do Fórum Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente - FN DCA
15h- Contexto Histórico
Palestrante:
Ângela Pinheiro – Professora do Departamento de Psicologia da Universidade Federal do Ceará – UFC.
15h30 – Mesa de Debate:
Criança e Adolescente: Sujeitos de Direitos e Protagonistas da sua História?
Participantes:
Wanderlino Nogueira – Consultor sobre os Direitos Humanos da Criança e do Adolescente.
Neide Castanha – Secretária Executiva do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes/ Centro de Referência, Estudos e Ações Sobre Crianças e. Adolescentes (Cecria);
Benedito Rodrigues – Secretário Executivo do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda).
Mediadora:
Fabiana Gorenstein – Coordenação Colegiada - Cedeca DF
17h- Coffe Break
QUINTA-FEIRA – 07 de maio:
9h - Mesa de Debate: Um Olhar do movimento LGBT sobre a violação dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes
Participantes:
Alessandra Guerra - Coordenadora do Grupo Liberdade de amor entre mulheres do Ceará (LAMCE);
Beto de Jesus – Secretário para América Latina e Caribe da Associação Internacional de gays, lésbicas e pessoas trans
Fernanda Benvenutty – Relações Públicas da Associação das Travestis da Paraíba (Astrapa);
Bruna Eduarda – Centro de Educação e Assessoria Popular (CEAP).
Mediador:
Caio Fabio Varela – Coordenação Colegiada - CEDECA DF
12h- Check Out/Almoço
14h- Mesa de Debate: O Marco Legal Brasileiro tem garantido a Autonomia dos Direitos Sexuais dos Adolescentes?
Participantes:
Edna Matta – Promotora de Justiça do Ceará;
Renato Roseno – Assessor da Anced;
Carlos Nicodemos – Coordenador Executivo da Organização de Direitos Humanos (ODH) – Projeto Legal.
Mediadora:
Perla Ribeiro – Coordenadora Executiva do Centro de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente do Distrito Federal - Cedeca DF
16:30hs – Coffe Break
17hs - Produção de Conhecimento
18hs- Encerramento do Evento
SEXTA-FEIRA – 08 DE MAIO
9h - Debate sobre o Tema: Direitos Sexuais de Crianças e Adolescentes: como reconhecê-los e garanti-los?
Participantes:
CEDECAs
Perla Ribeiro - Coordenadora Executiva do Centro de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente do Distrito Federal - Cedeca DF
Márcio Sanches – Coordenação Colegiada - Centro de Defesa do Direito da Criança e do Adolescente – Cedeca DF
12h – Almoço
16h - Encerramento